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	<title>Fabiana Fairbanks</title>
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	<description>Mentorias Criativas</description>
	<lastBuildDate>Thu, 14 May 2026 15:58:57 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Fabiana Fairbanks</title>
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		<title>Quando o estresse virou sinal de pertencimento?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Fairbanks]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 15:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[armadilha da agenda cheia]]></category>
		<category><![CDATA[estresse no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão sobre trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estresse virou símbolo de valor profissional? Reflita sobre a cultura da correria, a armadilha da agenda cheia e como recuperar clareza sobre o que realmente importa na sua carreira.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Se alguém nos pergunta como estamos, é quase automático responder: “na correria”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Eu mesma já vivi nesse lugar e talvez você também reconheça essa sensação: agenda cheia, demandas acumuladas, mensagens que não param e a impressão de que tudo precisa de nós para continuar andando.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Mas tenho pensado sobre: e se dermos uma resposta diferente?<br>Quando todo mundo parece estressado, por que soa estranho não estar no mesmo ritmo?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Outro dia, uma mentorada comentou: “Nossa, eu me senti mais relaxada no momento que estava todo mundo estressado e achei que tinha alguma coisa errada comigo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>E eu mesma já senti isso quando atuava no mundo corporativo. Lembro de momentos em que o time estava estressado porque teríamos uma visita internacional, uma apresentação, uma reunião importante, mas eu não estava me sentindo igual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Aí vem aquele pensamento: “Eu que devo estar perdendo alguma coisa, né? Porque eu devia estar estressada como todo mundo…”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Sei que, muitas vezes, a correria é real. Vivemos em ritmos exigentes, especialmente em ambientes de liderança, negócios e alta responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Mas será que também não nos colocamos nesse lugar porque normalizamos a sobrecarga?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Será que, em algum ponto, estar ocupado virou uma forma de provar valor?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>E será que não começamos a sentir culpa quando não estamos estressados o suficiente?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><br></strong></h2>



<h2 class="wp-block-heading">Eu, vocês, nós, eles: todos estressados</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O <a href="https://www.gallup.com/workplace/349484/state-of-the-global-workplace.aspx">relatório State of the Global Workplace 2026, da Gallup</a>, aponta que 40% dos<br>profissionais no mundo relataram ter sentido muito estresse no dia anterior. O mesmo estudo mostra que emoções negativas, como estresse, tristeza e raiva, seguem acima dos níveis anteriores à pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ou seja, não estamos falando apenas de uma percepção individual. Existe algo coletivo acontecendo. Talvez por isso, em alguns ambientes, estar estressado tenha se tornado quase uma senha de pertencimento.<br></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Se todo mundo está correndo, eu também preciso correr.&nbsp;</li>



<li class="">Se todo mundo está reclamando da agenda, eu também preciso mostrar que a minha está impossível.&nbsp;</li>



<li class="">Se todo mundo parece no limite, talvez a minha calma pareça inadequada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O problema é que, quando isso vira cultura, começamos a confundir presença com tensão. E presença, para mim, tem muito mais a ver com inteireza do que com esgotamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><br></strong>A armadilha da agenda cheia</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Eu já vivi o lugar do “sem tempo, sem tempo, sem tempo” e acho que existe uma armadilha muito silenciosa nisso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Quando fazemos parte de uma empresa, de uma equipe ou de uma cultura em que todo mundo está sempre correndo, é difícil destoar. A gente entra no ritmo, assume mais uma demanda, encaixa mais uma reunião, responde mais uma mensagem e, quando percebe, já está funcionando no automático.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>E existe também um lado mais sutil. Quanto mais ocupada está a nossa agenda, mais uma parte do nosso ego pode se sentir importante. Não porque sejamos pessoas egocêntricas, mas porque o próprio sistema reforça essa lógica: agenda cheia parece sinônimo de relevância, disponibilidade parece sinônimo de comprometimento e cansaço parece prova de entrega.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É como se a quantidade de compromissos confirmasse o nosso valor. Como se tudo precisasse de nós para continuar andando.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Mas, quando conseguimos olhar com um pouco mais de distância, percebemos algo difícil e libertador ao mesmo tempo: as coisas seguem. A empresa segue, os projetos seguem, a vida segue. Estejamos nós ali ou não.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Isso não diminui a nossa contribuição. Também não significa descaso, irresponsabilidade ou falta de compromisso. Significa apenas que talvez a nossa identidade não precise estar tão grudada na ideia de sermos indispensáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Porque existe uma diferença grande entre ser comprometido com o que fazemos e estar capturado por uma cultura que transforma ocupação em medida de valor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><br></strong>Estamos correndo para onde?</h2>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
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</figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É fato que estamos o tempo todo correndo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Correndo para entregar mais, responder mais rápido, assumir mais responsabilidades, ocupar mais espaços e preencher qualquer espaço vazio da agenda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Mas, às vezes, me pergunto: correndo para onde?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Porque a correria, por si só, não diz muita coisa. Ela pode até dar a sensação de movimento, mas movimento não é necessariamente direção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A questão é: temos clareza do que estamos tentando construir?<br><br>Na carreira é muito fácil entrar em um fluxo de metas, entregas, reconhecimento, crescimento e novas responsabilidades. Tudo isso pode fazer sentido, mas também pode nos afastar de uma reflexão mais simples e mais profunda: o que realmente importa para mim nesta fase?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Quando essa resposta não está clara, qualquer urgência parece prioridade, qualquer convite parece oportunidade e qualquer demanda parece inadiável.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Aos poucos, vamos correndo muito sem perceber se estamos indo para um lugar que conversa com os nossos desejos, valores e escolhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Com mais clareza, talvez a gente perceba que nem sempre precisa correr tanto assim. É quando começamos a escolher melhor onde colocar energia, presença e tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><br></strong>O tempo é questão central</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A coisa mais valiosa que temos é o tempo. E, ao mesmo tempo, nunca sabemos exatamente qual é o tempo real que temos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Sêneca escreveu algo muito bonito sobre isso: “Não temos pouco tempo, mas perdemos muito.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Acho essa frase boa porque ela desloca a pergunta: o ponto não é ter mais tempo, mas perceber para onde o nosso tempo está indo.<br></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">O que estamos alimentando com a nossa presença?&nbsp;</li>



<li class="">O que estamos deixando de viver porque estamos sempre ocupados demais?&nbsp;</li>



<li class="">O que a nossa agenda revela sobre as nossas escolhas?&nbsp;</li>



<li class="">E o que ela talvez esconda?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Tenho pensado nisso também quando escuto tantas conversas sobre tecnologia e inteligência artificial. A promessa, muitas vezes, é de que vamos ganhar tempo. Automatizar tarefas, acelerar processos, produzir mais rápido, eliminar etapas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>E, de fato, muita coisa fica mais ágil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Mas me pergunto: para onde vai o tempo que supostamente ganhamos?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Porque essa não é a primeira tecnologia que chega com essa promessa. Nas últimas décadas, muitas ferramentas surgiram para tornar a vida mais prática, rápida e eficiente. Ainda assim, não tenho a sensação de que estamos vivendo com mais tempo disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Pelo contrário. Muitas vezes, quando uma tarefa fica mais rápida, simplesmente abrimos espaço para colocar outra no lugar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A tecnologia acelera, mas, se não houver consciência, a nossa vida acelera junto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Quando penso nisso, lembro das obras que vi em uma viagem recente para Portugal e Espanha. Algumas levaram décadas, outras séculos para serem construídas &#8211; vide a Sagrada Família que está em construção desde 1882. E perceba quão visionário era Gaudí, que dedicou grande parte da sua vida a uma obra que não veria concluída. Havia ali outra relação com o tempo, com o processo e com a permanência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Isso me fez pensar no quanto estamos desacostumados a esperar, maturar, observar e deixar que algumas respostas venham com o tempo. Queremos acelerar quase tudo. Mas nem tudo que importa nasce nesse ritmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><br></strong>Algumas perguntas para começar</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Não tenho respostas fechadas sobre isso. Mas tenho acreditado cada vez mais na importância de criar pausas de observação. Pequenas brechas para olhar a própria vida com um pouco mais de distância.<br></p>



<h3 class="wp-block-heading">Talvez algumas perguntas ajudem nesse começo:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">O que, hoje, está ocupando espaço demais na minha agenda?&nbsp;</li>



<li class="">Essa correria está me levando para um lugar que faz sentido?&nbsp;</li>



<li class="">O que me devolve vitalidade, e não apenas alívio momentâneo?</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><br></strong>Também tenho pensado em perguntas mais incômodas:&nbsp;</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Eu sei descansar sem culpa?&nbsp;</li>



<li class="">Consigo estar comprometida sem estar permanentemente esgotada?&nbsp;</li>



<li class="">Quem sou eu quando não estou ocupada?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Sugiro essas perguntas como convite, porque a vida profissional não precisa ser medida apenas pelo quanto aguentamos, mas pelo quanto conseguimos estar presentes no que escolhemos viver.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>E estar calmo não significa estar desatento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Pode significar apenas que, finalmente, conseguimos sair um pouco da roda.</p>
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		<title>Você encontra felicidade no trabalho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Fairbanks]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 20:58:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Realização no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão sobre trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Você é feliz no trabalho?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a pesquisa Carreira dos Sonhos, da @Cia de Talentos, muitas pessoas deixaram de enxergar o trabalho como fonte de realização, deslocando esse sentimento para outras áreas da vida.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisa Carreira dos Sonhos, da @Cia de Talentos, muitas pessoas deixaram de enxergar o trabalho como fonte de realização, deslocando esse sentimento para outras áreas da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E faz sentido. O trabalho não deveria ser a nossa única fonte de realização. Ainda assim, acho importante termos satisfação no que fazemos, até porque dedicamos uma parte significativa da nossa vida ao trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez por isso, cada vez mais organizações tenham ampliado o olhar para temas como bem-estar, saúde emocional e ambientes mais saudáveis. Esse movimento é positivo e sinaliza uma mudança importante de mentalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, é preciso cuidado para não simplificar um tema tão complexo. Acredito que felicidade não é algo que se implanta, se terceiriza ou se resolve apenas com uma iniciativa isolada. Ela é profundamente subjetiva e atravessada por histórias, fases de vida, expectativas e desafios muito diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, nem todo contexto favorece esse cuidado. Existem lideranças, dinâmicas e culturas organizacionais que tornam o dia a dia mais desafiador. Nesses cenários, falar de felicidade no trabalho pode parecer distante da experiência real das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No nosso contexto de vida, também não é incomum acabarmos depositando a nossa felicidade na esperança de uma grande mudança, de um grande evento, de um reconhecimento futuro. Enquanto essa expectativa se mantém, o cotidiano vai acontecendo quase no automático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O meu ponto é que a maior parte da vida não gira em torno de grandes marcos. Ela acontece no caminho até o trabalho, na luz da manhã entrando pela janela, numa música que toca no carro, num “bom dia” dado com entusiasmo, num café tomado com mais presença, e também nos pequenos gestos do dia a dia profissional, como trocar uma ideia com abertura ou demonstrar um interesse real pela experiência do outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já assistiu ao filme “Dias Perfeitos”, do Wim Wenders? O personagem observa e fotografa a mesma árvore, todos os dias, sempre por um olhar diferente. Ele dirige ouvindo suas músicas preferidas, vive uma rotina simples e profundamente presente. Não acontece nada de extraordinário ali. Mas existe uma escolha consciente de atenção, de estar inteiro no que se vive.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando começamos a observar com mais cuidado onde colocamos a nossa atenção ao longo do dia, algo se transforma. Fica mais claro se estamos olhando apenas para o que falta ou se conseguimos, mesmo aos poucos, ampliar o olhar para tudo o que também sustenta, conecta e nutre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez o papel das empresas não seja garantir a felicidade, mas criar contextos mais humanos: espaços de escuta, relações mais conscientes, lideranças mais responsáveis e ambientes que não adoeçam as pessoas. E, ao mesmo tempo, apoiar cada indivíduo a se perceber melhor dentro dessa realidade, inclusive para reconhecer quando algo não está bem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você é gestor e quer trocar ideias sobre como propiciar esse tipo de contexto para os seus times, por meio da Mentoria Expressiva posso te ajudar a criar experiências personalizadas.</p>
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		<item>
		<title>Antes das metas, a travessia: o que vale revisar no começo de um novo ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Fairbanks]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 18:58:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outro dia, estava testando alguns lápis novos e uma imagem começou a se formar quase sem intenção: uma montanha. Percebi que ela tinha tudo a ver com esta época do ano e me vieram algumas reflexões.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Outro dia, estava testando alguns lápis novos e uma imagem começou a se formar quase sem intenção: uma montanha. Percebi que ela tinha tudo a ver com esta época do ano e me vieram algumas reflexões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todo início de ano é como se a gente fosse começar uma nova subida de montanha ou uma nova travessia. Ao longo dessa trajetória, coisas vão acontecer, o céu vai mudar, vão ter dias de chuva, dias de sol. E assim é a vida, o cenário muda, o ritmo muda, a gente muda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tendo isso em mente, não temos como ter controle da previsão do tempo, mas podemos nos preparar, definir o que vamos levar e por onde começar essa nova empreitada.&nbsp;</p>



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</figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que levar e o que deixar na bagagem</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto eu olhava para o desenho, fiquei pensando:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">O que eu tenho que tirar da minha bagagem?&nbsp;</li>



<li class="">O que eu não quero levar mais para o próximo ano?&nbsp;</li>



<li class="">O que eu quero manter?&nbsp;</li>



<li class="">O que eu quero reforçar?&nbsp;</li>



<li class="">Que intenção eu quero colocar?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Isso me ajudou a perceber onde eu coloquei mais energia, onde me fortaleci, onde me desgastei mais do que precisava.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faz muita diferença olhar para o caminho que trouxe a gente até aqui. E não só para fazer essas correções de rota, mas também para reconhecer e validar o que foi vivido.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quando o ano começa e parece que “nada aconteceu”</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A velocidade com que vivemos hoje, facilmente, nos leva a esquecer nossas pequenas vitórias. Se não estivermos atentos, um novo obstáculo se apresenta antes mesmo de termos conseguido observar e curtir a vista do pico anterior.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes, isso não tem a ver com falta de experiência, mas com falta de pausa para analisar e celebrar as próprias conquistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a gente não para, analisa e valida o que conquistou, o que evoluiu, muita coisa passa batido. Pequenas conquistas, mudanças internas, aprendizados importantes acabam ficando escondidos atrás dos desafios que marcaram mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que, antes de sair definindo metas, eu acredito muito nesse exercício de revisão. De olhar para o caminho percorrido e perceber que ele não foi em vão, mesmo quando não seguiu exatamente o roteiro que a gente imaginava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ponto da revisão me lembra uma frase do Carl Jung que sempre volta para mim nesses momentos de virada de ciclo:<br><br>“Quem olha para fora sonha. Quem olha para dentro desperta.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o olhar fica só no externo, no que foi exibido, no que parecia importante, no que era esperado, é fácil achar que “nada aconteceu”.&nbsp; Mas quando a gente olha para dentro, com mais honestidade, outras camadas aparecem. E muitas vezes é daí que vem o despertar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Intenção no lugar de controle</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto eu desenhava, pensando nesse novo ciclo, naturalmente, foi fazendo também um exercício de pôr intenções. Eu não escrevi metas, não fiz listas, mas estava intencionando o meu ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E aqui é importante pontuar que intenção é diferente de controle. A gente não controla tudo o que vai encontrar pelo caminho, mas com intenção, podemos escolher o jeito como&nbsp; queremos atravessar, com que presença, com que disposição, com que olhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No meu desenho da montanha, eu escolhi diferentes cores, texturas e formas. Penso que, da mesma forma, cada um encontra os seus tons para transcorrer o seu caminho, subir a montanha, atravessar o vale, transpor o rio.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um convite para o começo do ano</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se você chegou até aqui e sentiu alguma conexão, quero te contar que a<strong> Mentoria Expressiva</strong> nasce exatamente desse lugar onde olhar para a própria trajetória ajuda a clarear os próximos passos, no tempo de cada pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, se esse texto conversou com você, talvez seja um bom momento para olhar com mais cuidado para a sua própria travessia. Te convido a conhecer mais sobre a <a href="https://fabifairbanks.com.br/">Mentoria Expressiva</a>.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://fabifairbanks.com.br/antes-das-metas-a-travessia-o-que-vale-revisar-no-comeco-de-um-novo-ano/">Antes das metas, a travessia: o que vale revisar no começo de um novo ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://fabifairbanks.com.br">Fabiana Fairbanks</a>.</p>
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		<title>As crises que ninguém vê (e que quase todo mundo vive)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Fairbanks]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 18:04:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[crises silenciosas]]></category>
		<category><![CDATA[mentoria expressiva]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão sobre trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[transição de carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Tô bem, meu emprego é bom, mas não sinto mais o mesmo brilho.”<br />
Talvez você também já tenha vivido uma dessas crises silenciosas, quando o trabalho segue igual, mas algo dentro começa a mudar.  Te convido a refletir comigo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Tô bem, meu emprego é bom, mas não sinto mais a mesma energia de antes.<br>Não sinto mais o mesmo brilho.<br>Tem algo me chamando pra outra coisa.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ouço essa fala com frequência e ela me soa bem familiar. Eu mesma passei por algo parecido, em diferentes momentos da minha trajetória. Por fora, tudo parecia estar no lugar. Por dentro, havia uma inquietação que eu não sabia nomear.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o que tenho chamado de <em>crises silenciosas</em>: aquelas que surgem quando o externo ainda faz sentido, mas o interno começa a pedir mudança.<br>Segundo uma pesquisa divulgada pela Forbes, cerca de 70% das mulheres maduras estão em transição de carreira. Esse número revela o quanto é comum, e até natural, viver períodos de reinvenção, especialmente quando chegamos a uma fase de maior maturidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas nem sempre essas transições começam com grandes decisões. Às vezes, elas nascem de um incômodo sutil, de um vazio que não se explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o sucesso não preenche mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As crises silenciosas costumam se manifestar assim: o trabalho continua o mesmo, mas a energia diminui. Aquilo que antes despertava entusiasmo agora parece cumprimento de tabela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você faz o que precisa ser feito com eficiência, responsabilidade e até orgulho, mas sente que falta algo. Não é ingratidão, nem cansaço, é um chamado interno, pedindo espaço para novas perguntas e descobertas.Com o tempo, esse desconforto pode se transformar em autocrítica exagerada, culpa por não estar feliz ou medo de deixar o que foi construído.<br>E porque o mundo valoriza quem está sempre “bem”, essas crises costumam acontecer no silêncio, abafadas por produtividade, reuniões e sorrisos automáticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que elas estão tentando dizer</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Toda crise traz uma mensagem e, por trás do incômodo, existe um convite à consciência:<br>● O que continua fazendo sentido para mim?<br>● O que ficou pequeno e já não cabe mais?<br>● O que eu preciso deixar ir para abrir espaço para o novo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E existe um ponto importante: muitas dessas crises não são sinal de algo errado. São, na verdade, o começo de uma virada profunda no jeito de ver a vida, o trabalho e a si mesmo.<br>É um processo interno, quase sempre silencioso, em que percebemos que as lentes antigas já não dão conta da pessoa que estamos nos tornando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É quando algo dentro diz: <em>“tem mais, tem outros caminhos, tem outras formas de existir que quero experimentar.”</em> E a partir desse ponto, nada mais volta a caber exatamente no mesmo lugar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem sempre temos um lugar para falar sobre isso. No trabalho, pode faltar espaço para conversas mais profundas. Entre amigos explicar um incômodo que nem nós mesmos entendemos pode ser difícil. E caminhos de cuidado emocional que nos fazem bem podem não chegar nessa dimensão mais prática, existencial e diretamente conectada ao trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é tão valioso ter um espaço seguro de escuta. Um lugar onde as dúvidas possam existir sem julgamento, onde o silêncio se transforme em movimento e onde possamos nomear, aos poucos, aquilo que estava apenas pedindo espaço para emergir.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Atravessar o silêncio</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na Mentoria Expressiva, vejo isso acontecer com frequência: pessoas que chegam falando de questões aparentes, mas que, conforme se escutam, descobrem que existe algo mais íntimo pedindo espaço, um desejo de se reencontrar nas próprias escolhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o primeiro passo, quase sempre, é o mesmo: <strong>reaprender a se escutar</strong>. Sem pressa de decidir, sem buscar receitas ou respostas prontas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes, o que a gente chama de crise é só o início de uma nova fase. Um convite para retomar o próprio ritmo e reencontrar o prazer de estar presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se esse texto te tocou de alguma forma, talvez seja hora de olhar para o que está pedindo espaço aí dentro. A <strong>Mentoria Expressiva</strong> pode ser esse espaço, um ambiente seguro de escuta e reflexão sobre escolhas e possibilidades.<br><a href="https://fabifairbanks.com.br/">Te convido a conhecer mais aqui</a>.</p>
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		<title>E depois do crachá, que vem? </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Fairbanks]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 19:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como se preparar para a vida pós-crachá e viver a transição de carreira com mais consciência e menos ansiedade. Tenho percebido uma curiosidade crescente sobre esse tema. Volta e meia alguém me chama para um café, para trocar ideias, e a pergunta aparece: “Como é sair da vida de executiva e empreender?” A verdade é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Como se preparar para a vida pós-crachá e viver a transição de carreira com mais consciência e menos ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tenho percebido uma curiosidade crescente sobre esse tema. Volta e meia alguém me chama para um café, para trocar ideias, e a pergunta aparece: “Como é sair da vida de executiva e empreender?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que a gente vai trabalhando em ritmo acelerado, a rotina nos engole, e quase ninguém para para pensar que um dia esse ciclo pode acabar — mesmo quando tudo está indo bem. Mais cedo ou mais tarde, todo ciclo se renova: seja por uma decisão pessoal, por mudanças na empresa ou simplesmente pelos caminhos da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grande receio, muitas vezes, é pensar nesse “depois” sem ter se olhado “antes”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que pensar na transição de carreira antes do crachá sair de cena?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado pela Wiley Online Library mostrou que profissionais brasileiros que desenvolvem habilidades cognitivas não rotineiras têm mais chances de transitar entre ocupações diferentes e alcançar melhores rendimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso reforça algo que sempre acreditei: a importância de nutrir nossa curiosidade, investir em desenvolvimento e em hobbies que expandam nossas habilidades para além da atividade principal. No fundo, é sobre despertar outras versões de nós mesmos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Descobrir novos estímulos intelectuais, emocionais ou criativos não só traz qualidade de vida como também cria repertório que pode fazer toda a diferença em uma mudança de carreira. Foi assim comigo quando decidi focar em desenvolvimento humano, unindo aprendizados e experiências da minha própria jornada de autoconhecimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Portfólios de vida: como unir carreira executiva e novas paixões</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Vejo cada vez mais pessoas construindo o que gosto de chamar de portfólios de vida. São profissionais que mantêm a carreira executiva, mas abrem espaço para uma vocação paralela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma amiga, por exemplo, trabalha em uma grande corporação e sempre foi apaixonada por alimentação saudável. Ela decidiu cursar nutrição, começou a compartilhar dicas que já aplicava em si mesma, as pessoas se interessaram e, aos poucos, ela passou a atuar também como nutricionista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela não abandonou um caminho pelo outro. Criou um mosaico de identidades que se complementam. Esse movimento não tem a ver com rótulos e sim com curiosidade ativa: experimentar o que desperta energia, amplia repertório e traz sentido.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O susto da transição de carreira sem preparo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que hoje você não pense em transição, nada garante que ela não vá bater à sua porta em algum momento. E como não controlamos os ciclos da vida, exercitar possibilidades é um treino valioso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa viver em alerta constante, mas reconhecer a impermanência. O problema é quando a transição chega sem preparo. Não falo só de planejamento financeiro, embora ele seja essencial. Falo de algo mais amplo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais outras versões de você poderiam florescer?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que talentos ou interesses você tem deixado para depois?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem esse exercício, o “depois” pode virar um susto, como acordar e perceber que não sabe por onde começar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Na transição de carreira, coragem é só o começo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, transições pedem coragem. Mas coragem sozinha não sustenta. É preciso colocar o planejamento no papel: financeiro, emocional e prático. É repensar estruturas, simplificar o que não é essencial, desenhar ofertas de forma realista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É esse preparo que faz a diferença entre um salto no escuro e uma transição consciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que aprendi na minha própria vida pós-crachá</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No meu caso, encontrar o “depois” não foi imediato. Eu já cultivava a curiosidade e tinha ideias, mas a prática trouxe aprendizados importantes. Alguns deles foram:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Manter a mente curiosa: novas formações, compartilhar aprendizados, criar vivências, facilitar conversas. Descobrir o que me energizava foi chave para organizar minha nova rotina.</li>



<li class="">Testar: não esperei todas as respostas. Fiz oficinas, vivências, projetos piloto, trocas com pessoas de diferentes áreas. Isso me mostrou caminhos possíveis.</li>



<li class="">Reconhecer bloqueios: percebi que crenças antigas sobre segurança e fracasso me travavam. Nomeá-las foi libertador.</li>



<li class="">Ter uma reserva mínima: cuidar da base financeira me deu tranquilidade para experimentar.</li>



<li class="">Começar: em vez de esperar o momento perfeito, aceitei ajustar enquanto caminhava. Isso reforçou minha confiança.</li>



<li class="">Rede de apoio: ter pessoas por perto que incentivam suas mudanças faz toda a diferença.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe receita pronta, mas talvez minhas experiências inspirem os seus próximos passos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quantas vidas cabem em uma vida?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Gosto muito dessa pergunta. Porque, no fundo, é disso que se trata: reconhecer que dentro de nós cabem várias versões e que essas novas versões só dependem da nossa permissão para aflorar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vida é movimento. Estamos sempre em fluxo, entre começos e recomeços. Quando aceitamos essa impermanência, fica mais leve experimentar, errar, ajustar e seguir. É nesse fluxo que vamos descobrindo quem mais podemos ser.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E você, já pensou em como seria a sua vida pós-crachá? Quais versões de si mesmo gostaria de explorar em uma transição de carreira?</p>
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		<title>Errar para evoluir: o que a biologia e a poesia ensinam sobre inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Fairbanks]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 14:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado com erros]]></category>
		<category><![CDATA[biologia e poesia]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[cultura organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[erro criativo]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[segurança psicológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O erro pode ser motor de evolução e inovação. Descubra como biologia e poesia ensinam a transformar falhas em aprendizado, criatividade e novos caminhos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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				<div class="et_pb_text_inner"><!-- divi:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">O erro como motor da evolução</h2>
<!-- /divi:heading -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Em uma entrevista recente, o escritor e biólogo Mia Couto disse que &#8220;o erro é um motor da evolução&#8221;.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Na biologia, o que chamamos de mutação &#8211; um &#8220;erro&#8221; no código genético &#8211; é justamente o que permite adaptação, transformação e o surgimento de novas espécies. Sem ele, não haveria diversidade, nem movimento, nem vida.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Essa visão me fez pensar no quanto o erro ainda é temido dentro das empresas e como isso afeta não só a inovação, mas também a saúde emocional dos times.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class=""></p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">O impacto do medo de errar nas empresas</h2>
<!-- /divi:heading -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Ambientes que não toleram falhas dificilmente favorecem o aprendizado ou a experimentação.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Quando o erro é visto como ameaça, a tendência é se proteger: arriscar menos, criar menos, colaborar menos.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Mas quando existe segurança psicológica, abre-se espaço para um outro tipo de erro: aquele que nasce da tentativa genuína de fazer algo novo. Isso acontece quando as pessoas se sentem seguras para testar,</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">propor e improvisar &#8211; e isso faz toda a diferença para inovar.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class=""></p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Nem todo erro é o mesmo erro</h2>
<!-- /divi:heading -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">É claro que estamos falando de contextos em que há intenção, compromisso e responsabilidade.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Errar por descuido ou negligência é diferente de errar dentro de um processo criativo. E é nesse segundo tipo que mora a potência.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Quando as lideranças constroem espaços onde é possível experimentar, os times se soltam. As pessoas percebem que há margem para tentar e que, se der certo, o ganho coletivo será muito maior.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Essa margem não significa bagunça &#8211; significa confiança. É o oposto do controle rígido, que sufoca e paralisa.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class=""></p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Errar com poesia</h2>
<!-- /divi:heading -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Mia Couto também fala do erro como elemento essencial da poesia. É o desvio da lógica que cria beleza, novas perspectivas e encantamento. É o que nos tira do óbvio e nos leva a outros lugares.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Talvez a inovação funcione do mesmo jeito. O imprevisível e o não planejado criam terreno fértil para ideias mais criativas, soluções mais humanas e caminhos mais verdadeiros.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class=""></p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Errar para evoluir: o que a biologia e a poesia ensinam sobre inovação</h2>
<!-- /divi:heading -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">E se deixássemos o erro ensinar?</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">A pergunta não é &#8220;como evitar que erros aconteçam?&#8221;, mas sim:</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- divi:list-item -->
<li class="">Como podemos lidar melhor com eles?</li>
<!-- /divi:list-item --></ul>
<!-- /divi:list -->

<!-- divi:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- divi:list-item -->
<li class="">Como cultivar ambientes onde errar também seja aprender?</li>
<!-- /divi:list-item --></ul>
<!-- /divi:list -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Na Mentoria Expressiva, muitas vezes esse é o ponto de partida: olhar para experiências que não saíram como o esperado, não com culpa, mas com curiosidade.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p class="">Assim como na biologia e na poesia, o erro pode não ser o fim, mas o início de uma nova forma de existir.</p>
<!-- /divi:paragraph --></div>
			</div>
			</div>			
				
				
				
				
			</div>		
				
				
			</div>
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		<title>Transição de carreira: você não precisa dispensar a bagagem quando decide mudar de rota. </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Fairbanks]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 14:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[carreira com significado]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[mudança profissional]]></category>
		<category><![CDATA[propósito]]></category>
		<category><![CDATA[reinvenção]]></category>
		<category><![CDATA[transição de carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudar de carreira não é começar do zero. Aprenda a integrar sua história, valores e habilidades para construir novos caminhos com propósito e segurança.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">Mudar de carreira <em>não é começar do zero</em>. É aprender a integrar sua história e construir o novo com propósito e segurança. </h1>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhuma transição de carreira ou mudança de vida implica começar do zero. Mas esse é exatamente o medo que trava muitas pessoas no momento da mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas mentorias que facilito, ouço histórias recorrentes de quem sente um desejo legítimo de mudar &#8211; seja de carreira, de estilo de vida ou de cargo &#8211; mas se vê paralisado diante da ideia de que, para isso, vai precisar abandonar tudo o que construiu até ali.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É como se só fosse possível seguir adiante apagando o caminho anterior. Como se mudar exigisse esquecer o que já se viveu, como se houvesse algo de errado com a história que trouxe até aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de crença paralisa mesmo. Porque desvaloriza as escolhas feitas, as experiências acumuladas e tudo o que foi importante em algum momento da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E isso, além de injusto com quem você já foi, também não é verdade. A mudança pode e deve ser construída a partir do que permanece em você, do que faz sentido agora, mesmo que em novos formatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">A integração é o caminho</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que você não parte do nada. A história que você viveu até aqui te dá base. O que parece &#8220;fora do lugar&#8221; pode, na verdade, ser um convite para reorganizar e não para descartar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pense na seguinte imagem: uma estrada com uma curva à frente. A direção muda, sim. Mas o carro é o mesmo, o motor segue funcionando e a bagagem segue no porta-malas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é o ponto: mudar de rota não é apagar a rota anterior, é integrá-la. É encontrar os fios que se mantêm e usá-los para tecer o novo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Nem tudo precisa ir embora</h2>



<p class="wp-block-paragraph">William Bridges, pesquisador reconhecido por seu trabalho sobre processos de transição, fala sobre três fases envolvidas em qualquer mudança significativa:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Terminar, perder e deixar ir</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Zona neutra</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Novos começos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa zona neutra, que costuma ser desconfortável, é também o espaço onde a integração acontece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nela que conseguimos olhar para o que queremos deixar e também para o que faz sentido levar adiante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Transição de carreira: como mudar de rota sem abandonar sua bagagem</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O que pode permanecer com você:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Seus valores<br></li>



<li class="">Suas habilidades (mesmo que aplicadas de outro jeito)<br></li>



<li class="">As relações que te apoiam<br></li>



<li class="">A forma como você lida com desafios<br></li>



<li class="">A escuta que você desenvolveu<br></li>



<li class="">A curiosidade que te moveu até aqui</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses elementos, quando reconhecidos, se tornam pontes entre o que foi e o que está por vir.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Não existe fórmula, existe processo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais desafios da mudança é a comparação com fórmulas prontas. Mas mudanças verdadeiras não seguem um passo a passo rígido. Elas pedem presença, escuta e, talvez o mais difícil, paciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Mentoria Expressiva, costumo dizer que o primeiro passo da mudança nem sempre é fazer algo novo. Às vezes, o primeiro passo é enxergar o que já existe com outros olhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">O ponto de continuidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É perceber que você não está no ponto de partida, mas sim no ponto de continuidade. Que o novo pode ser construído com tudo o que você já é.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está nesse momento&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você sente que algo precisa mudar, mas não sabe por onde começar, talvez o ponto de partida não seja uma ruptura e sim uma pergunta:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>O que em mim permanece, mesmo quando tudo à minha volta está mudando?</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa pergunta tem força. Ela pode te ajudar a reconhecer a sua história não como algo que precisa ser superado, mas como parte essencial da sua transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se esse momento é o seu, a Mentoria Expressiva pode ser um espaço de apoio, escuta e reconstrução com sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um espaço onde mudança e continuidade não se anulam, mas se complementam.</p>
<p>O post <a href="https://fabifairbanks.com.br/transicao-de-carreira-voce-nao-precisa-dispensar-a-bagagem-quando-decide-mudar-de-rota/">Transição de carreira: você não precisa dispensar a bagagem quando decide mudar de rota. </a> apareceu primeiro em <a href="https://fabifairbanks.com.br">Fabiana Fairbanks</a>.</p>
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		<title>Comunicação assertiva: como encontrar o equilíbrio entre firmeza e gentileza para melhorar relações e fortalecer sua voz.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Fairbanks]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 13:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[autoconfiança]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação assertiva]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[escuta ativa]]></category>
		<category><![CDATA[firmeza e gentileza]]></category>
		<category><![CDATA[relações interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[saúde emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra como desenvolver a comunicação assertiva, unindo firmeza e gentileza para melhorar relações, expressar-se com clareza e fortalecer sua voz.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Firme ou gentil?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nas mentorias que facilito, essa é uma questão recorrente. É uma dor silenciosa, mas muito comum: a dificuldade de se posicionar, mesmo quando se sabe, com clareza, o que se quer dizer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É como se fosse preciso escolher entre ser firme e ser gentil, entre colocar limites e manter o ambiente harmonioso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas talvez a principal questão não seja sobre escolher entre firmeza ou gentileza, e sim sobre aprender a ser assertiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é comunicação assertiva</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ser assertiva não é falar alto nem ser dura. É conseguir expressar o que se pensa e sente com clareza, respeito e intenção. É sustentar sua posição sem atropelar o outro. É encontrar o equilíbrio entre a passividade que silencia e a agressividade que impõe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando desenvolvemos essa habilidade, a comunicação deixa de ser um campo de tensão e se torna um espaço de encontro. Isso pode transformar não só relações profissionais, mas também a forma como nos relacionamos com nós mesmos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">O impacto da falta de assertividade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, percebo que essa tensão leva muitas pessoas a se calarem. A anularem aquilo que precisa ser expressado. E falar disso é falar de saúde emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se posicionar significa, muitas vezes, aceitar o que não nos faz bem. E essa desconexão, cedo ou tarde, cobra seu preço: exaustão, desmotivação ou aquele desânimo difícil de explicar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse medo, muitas vezes invisível, pode impedir avanços na carreira, dificultar relacionamentos e minar a confiança. Por isso, encontrar um caminho de comunicação que una clareza, respeito e autenticidade é essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde pode estar a raiz desse conflito</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa dificuldade não tem gênero, mas é especialmente frequente entre mulheres. A linguista Deborah Tannen explica que &#8220;mulheres tendem a evitar uma linguagem direta e firme por medo de parecerem rudes&#8230;&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autora Monique Tallon resume bem essa armadilha em Leading Gracefully:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Muitas mulheres evitam se posicionar por medo de parecerem agressivas. Com isso, acabam sendo vistas como indecisas ou passivas.&#8221;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Comunicação assertiva: como encontrar o equilíbrio entre firmeza e gentileza</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O problema não está na firmeza em si, mas no julgamento que ela carrega. É nesse cenário que a assertividade surge como alternativa poderosa: posicionar-se com clareza e respeito, sem precisar escolher entre ser ouvida ou ser acolhida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na minha experiência com a Mentoria Expressiva, percebo que o que a maioria busca não é &#8220;falar mais alto&#8221;, mas falar com mais verdade. Ser escutada sem deixar de escutar. Ser respeitada sem abrir mão da empatia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um caminho que se constrói. Não é automático. É prática, é processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Caminhos possíveis para desenvolver a comunicação assertiva</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas práticas que ajudam nesse processo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""> Use mensagens-eu: fale do que você sente, e não do que o outro fez. Exemplo: &#8220;Eu me sinto sobrecarregada quando os prazos não são respeitados.&#8221; Isso abre espaço para o diálogo.<br></li>



<li class="">Cuide da coerência verbal e não verbal: contato visual, tom de voz e postura transmitem mais do que mil palavras.<br></li>



<li class="">Diga &#8220;não&#8221; com respeito: colocar limites com calma é um presente que damos a nós mesmos.<br></li>



<li class="">Pratique a escuta ativa: ouvir com presença é um dos maiores gestos de respeito e favorece que o outro ouça você.<br></li>



<li class="">Reescreva sua fala: pense em uma situação recente em que foi difícil se posicionar. O que você gostaria de ter dito? Transforme essa intenção em uma frase curta e assertiva, comunicando o que sente, precisa e espera.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Reflexões para começar hoje</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você sente dificuldade de se posicionar, vale refletir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Como anda sua comunicação com você mesma e com o mundo?<br></li>



<li class=""> Você tem conseguido expressar o que pensa e sente com clareza e cuidado?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se não está fácil, tudo bem. Isso não é fraqueza, é humano. Reconhecer esse ponto de incômodo já é um primeiro passo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Explorar novos jeitos de se comunicar pode abrir caminhos que você nem imaginava.</p>
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